Eles Não Usam Black-Tie é cinquentão

Hoje é um dia bastante especial para este blog e o teatro brasileiro: há exatos 50 anos estreava o espetáculo Eles Não Usam Black-Tie – um dos grandes marcos da dramaturgia brasileira e que lançou um novo autor: Gianfrancesco Guarnieri.Este blog inaugura as comemorações com um selo (veja imagem) e divulgando algumas ações em festejo a esta boda de ouro.

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Resolvemos comemorar o ano inteiro, 2008 é ano de Black-Tie, ou melhor: de não usá-lo. O blog criou uma tag só para o tema e promete em março uma página exclusiva para a peça, o filme, a música. Além disso, cada final do mês vamos destacar uma ação, pessoa, arte, coisa e tal que tenha realizado algo bacana visando a solidariedade, evolução ou transformação – bem ao gosto de Otávio e provocando um pouco a hegemonia Tião de hoje – embora tenhamos muita fé nos netos do Chiquinho!

Guarnieri (Tião) e Miriam Mehler (Maria) em cena de Eles Não Usam Black-Tie (1958)

Muitas outras surpresas a caminho – principalmente uma… que ainda não podemos divulgar!

Já arregaçando as mangas apontamos dois destaques dados pela imprensa, um do O Povo Jornal do Ceará – cuja simpática Amanda entrou em contato com este Blog e um podcast do Jornalista Fernando Marques na Folha de São Paulo.

Viva os 50 anos de Eles Não Usam Black-Tie!

3 Respostas para “Eles Não Usam Black-Tie é cinquentão”

  1. Filho muito querido, obrigada do mais fundo do meu coração. Esta homenagem é mais do que eu pensava. Valeu por demais!!!

  2. cacau, tudo bem?
    olha, que grande lembrança do “eles…”, pois trabalhei com este filme no ano passado em um ciclo de filmes produzidos ao longo da década de 80. o cinquentenário da obra do guarnieri é para ser mais do que comemorado. é uma obra espetacular e importante. valeu!

    ps. estou lendo a peça “animália”, pois vou coordenar um projeto, agora em março, sobre 1968 e o cinema. seria muito legal pensar em trazer essa obra de volta, nao acha?
    até a próxima.

  3. Cacau querido
    Terminei de ler o livro de crônicas que sua mãe me mandou, e sem dúvidas vou levá-las ao palco. Todo ano faço um tributo ao seu pai. E neste provavelmente será sobre esta crônicas, juntamente com a músicas que com elas dialoguem.
    Acompanho este blog. É para mim um acalanto.
    abraços
    obrigado por tudo
    sempre

    Heron Coelho

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